domingo, 8 de setembro de 2013

PAPINHA FEITA EM CASA AJUDA A PREVENIR ALERGIAS ALIMENTARES EM BEBÊS 



Bom dia, a revista Crescer trouxe uma reportagem importante, principalmente para as mães que não tem tempo e por isso dá ao seu filho papinhas industrializada, o que não é saudável. 


"Papinha feita em casa ajuda a prevenir alergias alimentares em bebês"

Rúcula, cenoura, batata, mandioca, chuchu, alface, mamão, banana, maçã, pera... A variedade de frutas, legumes e verduras que o nosso país oferece é enorme. E uma pesquisa acaba de mostrar que aproveitar essa abundância na alimentação do seu bebê pode ajudar a prevenir alergias alimentares no futuro.

Cientistas da Universidade de Southampton, no Reino Unido, analisaram o diário alimentar de 1.140 bebês e perceberam que aqueles que tiveram uma dieta rica em alimentos naturais, preparados em casa, tiveram menos chance de desenvolver alergias alimentares até os 2 anos do que aqueles que comiam produtos industrializados.

Um dos motivos, segundo a nutricionista Kate Grimshaw, que coordenou o estudo, é a presença de vitamina C, betacaroteno, folato e oligossacarídeos nos alimentos frescos, como brócolis, espinafre, cenoura, rúcula, batata, mandioca, abóbora, manga, mamão, beterraba. Esses nutrientes aumentam a imunidade do organismo enquanto os alimentos industrializados, cheios de aditivos, podem sensibilizar as crianças.

Papinha perfeita-

Na hora de preparar a papinha do seu filho, é sempre melhor que ela seja feita na hora e oferecida ainda fresquinha, como mostrou o estudo. Mas, se você não tiver tempo de cozinhar todos os dias, pode preparar no fim de semana. Faça três tipos de papa para não repetir a mesma em refeições consecutivas. Espere esfriar e depois coloque-a em potinhos. Cole um adesivo com a data e os ingredientes usados, assim você consegue variar o cardápio. Ela pode ser mantida congelada por até 30 dias. Para descongelar, retire a papa do congelador e coloque na geladeira. Quando descongelar, esquente a comida no fogão, em banho-maria, para aquecê-la por igual.

Lembre-se de que ela precisa ter, no mínimo, duas fontes de alimentos reguladores (legumes e verduras), uma de alimentos energéticos (carboidratos, como arroz, macarrão, mandioca e batata) e uma de construtores (carnes). Não se esqueça de usar temperos. As papinhas salgadas podem ter cebola, alho e azeite. As ervas, como salsinha, cebolinha, salsão, manjericão, orégano podem ser colocadas, mas em pequena quantidade, para não comprometer o sabor natural da refeição. Se for usar sal, coloque só uma pitadinha.

Além disso, é importante que seu bebê aprenda a reconhecer a diferença entre as texturas e os sabores dos alimentos, por isso, não bata a papa no liquidificador. O melhor é sempre amassar com o garfo para que a criança desenvolva a mastigação. A papinha industrializada não está totalmente proibida, mas ela deve ser exceção no cardápio do seu filho.

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Dra. Marina Queiroz
Nutricionista
CRN: 08100566

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sábado, 7 de setembro de 2013

5 fatos que você provavelmente não sabe sobre a couve

Crédito: Shutterstock
De vez em quando, todos nós consumimos um pouco de couve. Mas, se realmente soubéssemos como esse alimento é rico em nutrientes, talvez ingeríssemos ainda mais. Outra vantagem é a versatilidade das folhas, que podem ser consumidas cruas, levemente cozidas e ainda ficam deliciosas em sucos e vitaminas.
Então, para que você tenha bons motivos para incluir mais algumas folhinhas de couve na sua alimentação, confira essa lista:
  • A couve tem mais vitamina C do que uma laranja
Uma xícara de couve picada contém 134% da dose diária recomendada de vitamina C, enquanto uma laranja média tem 113% do que é preciso consumir diariamente. A diferença pode parecer pequena, mas é preciso lembrar que essa quantidade de couve pesa apenas 67 gramas e a laranja soma 131 gramas. Com uma ajudinha da matemática, é possível notar que a couve chega a ter mais de duas vezes a quantidade de vitamina C de uma laranja.
  • A couve tem gorduras boas
É difícil associarmos legumes e verduras como fontes de gorduras saudáveis. No entanto, a couve representa uma ótima fonte de ácido alfalinolênico (ALA), um ácido graxo ômega-3 que é essencial para a saúde mental, além de agir na diminuição dos riscos de diabetes tipo 2 e melhorar as condições do coração. De acordo com o Dr. Drew Ramsey, citado pelo Huffington Post, cada porção de couve tem 121 mg de ácido alfalinolênico.
Crédito: Shutterstock
  • A couve é fonte de vitamina A
Além de ser rica em vitamina C, a couve também é uma excelente fonte de vitamina A. Uma porção tem 133% da dose diária recomendada – mais do que qualquer outro vegetal folhoso.
  • A couve tem mais cálcio do que um copo de leite
Couve e leite não são alimentos semelhantes e têm usos bastante diferentes na cozinha. Mas se você está preocupado com a sua ingestão de cálcio, saiba que vale muito mais a pena ingerir couve do que beber um copo de leite. Uma porção de 100 gramas de couve tem 150 mg do nutriente, enquanto a mesma porção de leite tem 125 mg. Mais uma vez, a diferença é pequena, mas a biodisponibilidade do cálcio na couve é muito maior, o que faz com que o nutriente seja absorvido e aproveitado com mais facilidade pelo organismo.
  • A couve traz ainda mais benefícios quando combinada com outros alimentos
Além de todos os benefícios que você conferiu acima, a couve ainda é rica em fitonutrientes, como quercetina – que combate inflamações e previne a formação de placas arteriais, e sulforafano – uma importante substância na luta contra o câncer. No entanto, boa parte desses nutrientes tem sua ação potencializada quando são combinados com outros alimentos. Gorduras boas – como o abacate e o azeite de oliva – fazem com que os carotenoides solúveis presentes na couve sejam absorvidos mais facilmente pelo organismo. Segundo o Huffington Post, a acidez do suco de limão também ajuda a fazer com que o ferro presente na couve se torne mais biodisponível.


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terça-feira, 20 de agosto de 2013


Os alimentos que escolhemos são a 

melhor garantia de saúde ?

Os alimentos que escolhemos são a melhor garantia de saúde

Se você optar por comer junk food, seu corpo reagirá com quilos a mais, um sistema imunológico deficiente e pouca energia. Já se ingerir alimentos integrais, saudáveis e frescos, sua saúde só tem a ganhar. 

Mas por que escolhemos essas refeições rápidas se sabemos que são prejudiciais? Em geral, a comida pouco saudável não pesa no bolso e sacia imediatamente a sensação de fome. E esses dois fatores, resultado de um estilo de vida frenético e cheio de compromissos, são sumamente importantes. A fome habitual surge aos poucos, e geralmente temos tempo de escolher os alimentos se percebermos os sinais do nosso corpo no momento em que são enviados. Mas a fome nem sempre é uma necessidade física – ela também pode se manifestar e se confundir com uma necessidade emocional.

Preste mais atenção aos alimentos que escolhe e adote uma alimentação saudável. Planeje seu dia, incluindo um bom café da manhã (a primeira refeição do dia é muito importante é aonde vai te dar energia durante o dia); um almoço regrado de verduras, com arroz, feijão e carne; lanches saudáveis a trade e janta como comida mesmo, salada, carne e carboidrato, nada de lanche. Pergunte-se se está realmente  com fome, ou por que tem vontade de comer sem parar. 

Lembre-se de que as emoções são um reflexo do nosso mundo interior, assim como os sentidos nos orientam no mundo exterior. Os sentimentos nos colocam na direção correta para tomar decisões. No entanto, muitas pessoas preenchem seu vazio emocional com comida. Lembre-se de que somente o equilíbrio trará felicidade.

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Dra. Marina Queiroz  

quarta-feira, 31 de julho de 2013

SAL O INIMIGO


Os males do sal em excesso: qual a quantidade recomendada de sal por dia, quais são as novas metas da OMS, quais os alimentos com alto teor de sal e nem imaginamos, quais os efeitos do excesso de sal no organismo, como podemos diminuir o consumo dele ?


O sódio está presente em muitos alimentos, sendo o sal de cozinha sua principal fonte. Muitas vezes as palavras “sal” e “sódio” são usadas como se fossem a mesma coisa, mas, na verdade, o sal da dieta (sal de cozinha) é uma mistura de 60% de cloreto e 40% de sódio (duas substâncias químicas que juntas formam o sal)


O sódio é um dos conservantes mais utilizados pela indústria alimentícia que apesar de ser um mineral de suma importância ao organismo humano, quando ingerido em excesso pode ocasionar a retenção hídrica (favorece o aparecimento da celulite), inchaço, desidratação (pode tornar a pele ressecada e flácida), problemas renais e cardio circulatórios.  A retenção hídrica também favorece o aumento do volume de líquidos, que consequentemente pode levar ao aumento da pressão arterial e causar a hipertensão, responsável pelo maior índice de infartos e acidentes vasculares cerebrais.

Prejuízos causado pelo excesso de sódio na alimentação: 

  • Hipertensão arterial e demais doenças cardiovasculares
As doenças cardiovasculares constituem o principal problema de saúde da população adulta de nosso país. E uma das medidas dietéticas mais importantes é a implementação de um plano alimentar com o teor de sódio reduzido a fim de melhorar as funções do sistema circulatório.

Aproximadamente metade dos hipertensos são sensíveis ao sódio e respondem satisfatoriamente a restrição do mesmo na dieta. A proporção de potássio e sódio na dieta talvez seja tanto quanto ou até mais importante que o sódio por si só. Um aumento na ingestão de potássio combinado com uma restrição de sal aumenta a excreção de sódio, reduz o risco de desenvolver hipertensão, diminui a pressão arterial e reduz o requerimento de medicamentos. 

A baixa ingestão de magnésio contribui para o desenvolvimento da hipertensão devido a seu efeito direto nos vasos sanguíneos e indiretos no equilíbrio do potássio. Aproximadamente 30% dos hipertensos ingerem quantidades inadequadas de magnésio. Baixo status de magnésio resulta em baixos níveis de potássio, o que altera o sódio e aumenta a pressão arterial. Assim, o consumo de dietas ricas em magnésio ou a suplementação do mesmo geralmente colabora no tratamento e prevenção da hipertensão e outras doenças cardiovasculares. 

O cálcio também tem seu papel na pressão arterial; aumentando a ingestão de cálcio podem-se compensar alguns dos efeitos hipertensivos do sódio. Possivelmente por aumentar a excreção do sódio pela urina. Ao contrário, uma dieta rica em sódio aumenta a perda de cálcio pela urina e o risco de desenvolver a hipertensão.




  • Doenças Auto-imunes 

O excesso de sal na alimentação pode facilitar o desenvolvimento de doenças auto-imunes, principalmente a esclerose múltipla, de acordo com os resultados de três estudos publicados na revista britânica Nature. 

Estas doenças, conseqüência de um sistema imunológico hiperativo, não param de aumentar nos últimos anos nos países ocidentais, que conduziu os pesquisadores a pensar que fatores externos, e não apenas genéticos, possibilitariam seu desenvolvimento.  
Os pesquisadores identificaram o sal entre os fatores externos depois de observarem um aumento das células responsáveis pela inflamação nas pessoas que ingerem fast food ou que consomem pratos pré-cozidos, cuja quantidade de sal é em média mais alta que a comida preparada em casa.


  • Insuficiência Renal
Na insuficiência renal, situação na qual os rins estão com perda parcial ou total de suas funções, onde não é possível eliminar o excesso de sódio do organismo e manter o equilíbrio apropriado entre a quantidade de sódio e água no corpo, a água que deveria ser eliminada na forma de urina, fica retida no corpo, manifestando-se como inchaço (edema) nos pés, pernas, abdômen, ou na face. Em situações ainda mais graves, pela retenção de sódio e água no corpo, pode acontecer aumento do peso, piora da pressão arterial (hipertensão arterial), das funções do coração (insuficiência cardíaca) e dos pulmões (edema pulmonar).

  • Celulite
A celulite ou Lipodistrofia Ginóide, como é denominada cientificamente, é causada por um conjunto de fatores, como: predisposição hereditária, alterações enzimáticas e hormonais, sedentarismo, fumo, hábitos, alimentares inadequados e alterações circulatórias. O excesso de sódio pode promover ainda mais retenção hídrica e acúmulo de líquidos e metabólicos nas células de gordura, provocando uma modificação da textura do tecido subcutâneo e, posteriormente, uma irregularidade da superfície da pele, que leva ao aspecto visual de "casca de laranja".


  • Recomendações 
O sal de cozinha fornece em cada 1g aproximadamente 400 miligramas de sódio. A recomendação diária de sódio para um adulto sadio é de 2.000 a 2.400 mg, o que equivale 5 a 6 gramas de sal de cozinha ao dia (1 colher  chá).


Recomendações de Sódio 

Crianças (1-3 anos): 325-975 mg
Crianças (4-6 anos): 450-1350 mg
Crianças (7-10 anos): 600-1800 mg
Adolescentes (11 +): 900-2700 mg

Segundo o “Food and Nutrition Board”, (National Research Council-National Academy of Sciences, 1989).

Importante: 
Pessoas com hipertensão arterial, insuficiência renal e cardíacos, devem consumir no máximo 2 a 4  gramas de sal ao dia (1 a 2 c. café). Vale lembrar que os alimentos industrializados contêm sódio como conservante, portanto é importante ficar atenta nos rótulos.

NOVAS METAS DA ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE (OMS): REDUÇÃO DO SAL E AUMENTO DO POTÁSSIO

 Reduzir o consumo de sal com o aumento paralelo dos níveis de potássio pode salvar milhões de pessoas de doenças cardíacas e derrames. 

Estudos anteriores realizados pela Organização Mundial da Saúde (OMS), já evidenciaram que a diminuição da ingestão de sal reduz a pressão sanguínea e, consequentemente, o risco de acidente vascular cerebral e doenças do coração. Contudo, muito pouco se falou sobre os benefícios do aumento da ingestão de potássio, apesar de várias pesquisas já associarem o baixo nível de potássio no organismo com a pressão arterial elevada.

 A OMS definiu uma meta global de redução da ingestão de sal na dieta para 5-6 gramas (cerca de uma colher de chá) por pessoa, por dia, até 2025 para a população adulta.                  
                          
Um estudo mais completo, analisou dados sobre a ingestão de potássio e da condição de saúde em mais de 128 mil participantes saudáveis. Os resultados mostram que o aumento da ingestão de potássio reduz a pressão arterial em adultos, sem efeitos adversos sobre os lipídios do sangue, níveis hormonais ou função renal. Maior ingestão de potássio foi associada a um risco 24% inferior de acidente vascular cerebral em adultos e pode também ter um efeito benéfico sobre a pressão arterial em crianças.

O potássio é encontrado em frutas frescas, vegetais e leguminosas; é o principal elemento presente nas folhas utilizadas na produção dos sucos verdes funcionais.

ALIMENTOS RICOS EM SÓDIO
  
marcador-verde-ponto Embutidos em geral ou carnes processadas: presunto, apresuntado, bacon, mortadela, linguiça  salsicha, salame, carne de sol, chouriço;

marcador-verde-ponto Queijos amarelos, substitua-os por queijos magros: Minas, ricota, cottage, cream cheese, requeijão light, etc.;

marcador-verde-ponto Peixes em conserva e salgados: sardinha, bacalhau, atum e aliche;

marcador-verde-ponto Temperos industrializados, leite em pó, sopas desidratadas ou enlatadas, caldos ou extratos de carne, galinha ou vegetais, molho inglês, molho de soja (shoyu), molho tártaro, sal marinho, maionese, catchup, mostarda;

marcador-verde-ponto Enlatados em geral: palmito, ervilha, milho, azeitonas, picles etc.

marcador-verde-ponto Salgadinhos industrializados (aperitivos, amendoins e outros) e salgadinhos de lanchonete (coxinha, quibe, esfiha, etc.);

marcador-verde-ponto Margarina ou manteiga com sal.

A totalidade das evidências sugere que a diminuição da ingestão do sódio deve ser parte dos esforços na saúde pública, para reduzir a pressão arterial e doenças cardiovasculares, e provavelmente beneficiar a maioria dos indivíduos.

 tabela1
  
ALGUMAS DICAS PARA DIMINUIR O CONTEÚDO DE SÓDIO DA ALIMENTAÇÃO
  
marcador-verde-ponto Diminua a quantidade de sal e temperos de suas receitas. Para não sentir muita diferença no novo tempero, vá reduzindo aos poucos a quantidade de sal;

marcador-verde-ponto Evite ao máximo consumir os alimentos ricos em sódio citados acima;

marcador-verde-ponto Atenção: Existem nos mercados substitutos do sal (por exemplo: diet sal, sal light), sendo mais indicados, principalmente para: hipertensos e portadores de doenças cardiovasculares;
alho
marcador-verde-ponto Dê preferência para os temperos naturais como: alho, cebola, salsinha, açafrão, pimenta, cominho, manjericão, louro, alecrim, sálvia, orégano, louro, gergelim, cravo da índia, cebolinha, estragão, noz moscada, manjerona, suco de limão, páprica, colorau, pimentão, tomilho, vinho ou vina
leogre.

marcador-verde-ponto Faça azeite de oliva temperado com alho, alecrim, orégano, pimenta ou até outras especiarias para colocar na sua salada, legumes, verduras, com isto, você pode reduzir o sal ou mesmo evitar seu consumo nestas preparações.
   

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Técnicas de estilo de vida 

Boa tarde meus queridos, sei que com o corre corre da vida de vocês fica muito difícil de realizar alumas dessas dicas abaixo e sei também que vocês sempre ouvem isso dos médicos, mais falamos isso para os pacientes porque queremos uma melhor qualidade de vida pra vocês, queremos que vivem mais. 


Por isso não me caso de repetir 

1. Mantenha um diário alimentar, só assim saberemos o que comemos durante o dia, se não fizermos isso não vamos ter ideia das porcarias que comemos durante o dia. 
2. Maximize a percepção da alimentação evitando a alimentação automática;
3. Identifique os desencadeadores ("gatilhos") da alimentação.
4. Não faça nada diferente enquanto come como: ver tv ou ler jornal. 
5. Alimente-se no local adequado, sentado - não coma em pé ou andando;
6. Pouse os talheres entre os bocados e mastigue devagar os alimentos;
7. Use uma lista durante as compras e compre somente o necessário, não faça compras em jejum ou com fome;
8. Compre alimentos que requerem preparo;
9. Mantenha alimentos saudáveis à vista e alimentos problemáticos fora da visão;
10. Não coloque as travessas da mesa durante a refeição;
11. Coma uma porção de cada vez e saia da mesa após alimentar-se;
12. Prepare-se com antecedência para eventos especiais e situações que podem colocar seu peso em risco.




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Dra. Marina Queiroz  

quarta-feira, 24 de julho de 2013

SALADA DE FOLHAS COM RABANETE


Ingredientes:

  • 6 xícaras de chá de mix de folhas (alface americana, rúcula, agrião, alface roxa
  •  2 rabanetes cortados em rodelas bem finas
       Molho: 
  • 4 colheres de sopa de azeite de oliva
  • 4 colheres de sopa de água
  • 4 colheres de sopa de suco de limão
  • 1 colher de chá de sal refinado
  • ¼ xícara de chá de folhas de hortelã
  • 2 colheres de chá de mostarda

 Modo de Preparo: 
    
     Molho: Bata os ingredientes no liquidificador e reserve.

    Montagem: Distribua as folhas e o rabanete em uma saladeira e despeje o molho.



       Porção: 1 prato de sobremesa

I  Informação Nutricional/porção

      Valor Energético: 46 kcal
Gordura Total: 4,1 g
Sódio: 104 mg
      Carboidrato: 1,8 g
Gordura Saturada: 0,5 g
Fibra: 1,7 g
      Proteína: 0,5 g
Colesterol: 0 mg
Índice glicêmico: --/--




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Dra. Marina Queiroz  

segunda-feira, 22 de julho de 2013

RETENÇÃO DE LÍQUIDOS


A retenção de líquidos ou edema é uma reação fisiológica que pode acometer mulheres, homens e até crianças. É o resultado do extravasamento de um líquido (pobre em proteínas do sangue) que sai dos vasos sanguíneos e vai para o tecido subcutâneo. Esse líquido confere o aspecto inchado e brilhante da pele, muitas vezes compressível por acessórios do vestuário ou mesmo com a pressão dos nossos dedos sobre a pele, deixando uma marca temporariamente.

Uma das conseqüências mais graves é a hipertensão arterial e a sobrecarga renal.  O aumento da pressão arterial pode levar a um infarto, desmaios, derrames. Os rins sobrecarregados pelo aumento de líquidos começam a parar de funcionar e assim, gera a hipertensão e todas as suas conseqüências.No inverno inchamos menos porque nossos vasos sanguíneos ficam menos dilatados do que quando estamos sob altas temperaturas.





CAUSAS

Algumas causas podem se dar devido a desequilíbrios no nosso organismo como:


marcador ok Variações de pressão sanguínea regional;
marcador ok Quantidade de proteínas no sangue;
marcador ok Quantidade de sais disponíveis no corpo;
marcador ok Ação da força da gravidade;
marcador ok Sedentarismo;
marcador ok Desequilíbrios hormonais.


   Outras causas possíveis são os problemas renais, cardíacos ou hepáticos, doenças da tireoide que provocam um tipo específico de edema, remédios, como alguns anti-hipertensivos, que podem alterar a permeabilidade dos vasos sanguíneos, reações inflamatórias, como as que ocorrem em reações alérgicas, que alteram a capacidade dos vasos de se manterem competentes contra o extravasamento líquido.

   Muito se fala sobre alguns alimentos que provocam o inchaço. Os refrigerantes, por exemplo, falam-se muito sobre eles e, de fato, favorecem o aumento de líquidos corporais pelo alto teor de sódio.

            No caso dos grãos: feijão, soja, grão de bico, lentilha, eles podem aumentar os gases
gros intestinais, estufamento e desconforto se consumidos em excesso ou se for consumido por pessoas que tenham problemas de má digestão, disbiose (desequilíbrio de flora intestinal) ou intolerância alimentar, mas não se pode falar que eles são causadores de inchaço.

Comer exageradamente pode causar inchaço. O exagero nas quantidades de alimentos, mesmo que com qualidade, representa uma sobrecarga no funcionamento de todo o aparelho digestivo, possibilitando o acúmulo de água, glicogênio e gordura.

salQualquer tipo de sal pode favorecer o inchaço. O sal light é um tipo de sal que contém redução de sódio, assim, pode ajudar a reduzir essa sensação. Porém, vale lembrar que não adianta usar o sal light na quantidade dobrada que usaria o sal normal! A quantidade recomendada é 2400mg.




torta holandesa
Os alimentos que podem promover maior retenção além do sal de cozinha e industrializados (conservas, caldos, etc.) são os carboidratos (salgados ou doces), principalmente os doces, pães, bolachas, bolos.



marcador-verde-ponto HORMÔNIOS

Em relação aos hormônios, alguns merecem destaque: progesterona, cortisol, antidiurético, renina, aldoesterona. Esses hormônios favorecem a retenção de líquidos. 

A progesterona prepara o organismo para a gravidez, deixando o revestimento do útero pronto para a implantação do óvulo fertilizado, isso faz aumentar o fluxo de líquidos pelo corpo. 

O cortisol é um hormônio corticosteróide produzido pelas glândulas supra-renais, que ficam sobre os rins. Em situações de estresse ele é produzido e retém líquidos.   

A renina estimula a produção de um hormônio que eleva a pressão sangüínea. Quando os rins não funcionam bem se produz renina em excesso e isto pode resultar em hipertensão.

A hipertensão prolongada danifica os vasos sangüíneos porque ficam com acúmulo de fluídos, causando assim falha renal. A aldoesterona atua nos rins aumentando a reabsorção de sódio e consequentemente de água, que acompanha a gradiente osmótico que se forma.


  tabela
DICAS
marcador ok Beber bastante água, chás diuréticos (cavalinha, carqueija, chá verde e dente de leão);
marcador ok Comer pequenos volumes bem fracionados ao dia;
marcador ok Evitar alimentos industrializados (nada em pós, lata e vidro), temperos prontos, caldos concentrados;
marcador ok Não consumir alimentos inflamatórios, como frituras, doces, snacks, fast food;
marcador ok Fazer atividade física que ative sua circulação – MEXA-SE!


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Dra. Marina Queiroz