EXCESSO DE FAST-FOOD ESTÁ ASSOCIADO A RISCO DE ASMA E ALERGIA
Hambúrguer, batata frita, refrigerante, salgadinho... é difícil manter as crianças longe dessas guloseimas, mesmo sabendo que elas fazem mal para a saúde delas. Mas saiba que além de elevar os riscos de obesidade infantil, o consumo desses alimentos pode trazer muitos outros perigos.
Apesar de as conclusões ainda não estarem claras, os pesquisadores acreditam que a causa disso é principalmente a gordura saturada presente nesses alimentos. O excesso de gordura saturada no organismo prejudica o sistema imunológico e deixa o corpo mais suscetível a infecções e inflamações.
Outros perigos escondidos
As crianças que consomem muito fast-food e se alimentam mal, deixam de ingerir alimentos mais saudáveis e acabam com quadro de deficiência vitamínica. A falta das vitaminas A, B e as do complexo zinco podem gerar desânimo e mudar a rotina da criança.
Um estudo mostrou que até o desempenho cognitivo da criança pode sofrer influência de uma alimentação desregrada. Especialistas da Universidade Vanderbilt, nos Estados Unidos, analisaram o histórico escolar de 5.500 crianças entre 10 e 11 anos e descobriram que as que consumiam fast-food em excesso tinham notas mais baixas em testes de leitura e matemática.
Para dar um exemplo da importância dos nutrientes para o desenvolvimento da criança, o ômega-3, encontrado nos óleos de peixes marinhos, como atum, pescada e sardinha, participa da formação dos neurônios e transmissão de impulsos nervosos. Por isso, o Ministério da Saúde recomenda o consumo de peixe fresco pelo menos duas vezes por semana.
As crianças que consomem muito fast-food e se alimentam mal, deixam de ingerir alimentos mais saudáveis e acabam com quadro de deficiência vitamínica. A falta das vitaminas A, B e as do complexo zinco podem gerar desânimo e mudar a rotina da criança.
Um estudo mostrou que até o desempenho cognitivo da criança pode sofrer influência de uma alimentação desregrada. Especialistas da Universidade Vanderbilt, nos Estados Unidos, analisaram o histórico escolar de 5.500 crianças entre 10 e 11 anos e descobriram que as que consumiam fast-food em excesso tinham notas mais baixas em testes de leitura e matemática.
Para dar um exemplo da importância dos nutrientes para o desenvolvimento da criança, o ômega-3, encontrado nos óleos de peixes marinhos, como atum, pescada e sardinha, participa da formação dos neurônios e transmissão de impulsos nervosos. Por isso, o Ministério da Saúde recomenda o consumo de peixe fresco pelo menos duas vezes por semana.
Ok, fast food faz mal, mas isso não significa que você e sua família nunca mais vão poder se deliciar com um hambúrguer daqueles. O que não pode acontecer é a exceção virar um hábito.
O mais novo estudo sobre o assunto foi publicado este mês na revista científica Thorax. Ao observar os dados de 500 participantes (crianças entre 6 e 7 anos e adolescentes entre 13 e 14 anos) de pesquisa realizada em mais de 50 países sobre asma e alergias, especialistas das universidades de Auckland, na Nova Zelância, e Nottingham, no Reino Unido, descobriram que crianças que consumiam fast-food pelo menos três vezes por semana, aumentavam em 27% suas chances de ter asma e alergias, como conjuntivite, dermatite e rinite. Entre os adolescentes a probabilidade subiu para 39%. Esta relacionado também à obesidade infantil, diabetes tipo 2, hipertensão e problemas no coração, o fast-food também está associado a problemas menos aparentes.
Cuidado com os excessos
Se a criança tem o hábito de comer muita ‘porcaria’, é hora de rever esse hábito e pensar em uma solução. Aos poucos a família pode começar a introduzir alimentos mais saudáveis nas refeições das crianças. Colocar cenoura ou abobrinha no meio do macarrão ou da carne moída pode ser um bom começo. Levar a criança para fazer as compras de verdura e vegetais pode aguçar a curiosidade delas e fazê-las enxergar que existem outras opções além de salgadinhos e bolachas.
Fonte: Revista Crescer
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Dra. Marina Queiroz



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